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Práticas sustentáveis são discutidas na Casa de Leis

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Semana de combate ao bullying é instituída em Araraquara

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Grupo escoteiro proporciona atividades para meninas de ONG

 17 de maio de 2019

 

Um dia diferente. Uma experiência nova para diversas garotas que são atendidas pela Oficina das Meninas, ONG que realiza atividades direcionadas a meninas e adolescentes de 6 a 17 anos, priorizando famílias de baixa renda que têm mulheres como chefes de família. Foi o que aconteceu na tarde do sábado (11), no acampamento Roca de Fogo, por meio de atividades promovidas pelo Grupo Escoteiro Araraquara “José Luis Torquato”.

 

Integrante do grupo, Náthalie dos Santos entende que se trata de “um dia que normalmente não faria parte da rotina das meninas e de qualquer criança hoje em dia. Oferecemos atividades superdiferentes e atrativas aqui na Roca e é um projeto que a gente conhece porque é ligado a um escotista”.

 

Responsável pelo espaço, o arquiteto Lincoln Ferri Amaral definiu a Roca de Fogo como um sonho. “O fato de ser escoteiro há muitos anos, toda essa ligação com a natureza, de ser autossuntentável fizeram com que eu formasse essa chácara. Era uma forma de poder dar isso para as minhas filhas, para minha família, para eles interagirem com tudo isso. Aí surgiu um momento em que eu pensei: porque não posso ensinar o que sei, essa ligação que tenho de uma forma simples com a natureza e fazer um resgate dessa criançada que hoje em dia está muito ligada nos eletrônicos, na questão da tecnologia, por que não poderia fazer algo diferente?”, indagou.

 

Para Daniela dos Santos, que representou a Oficina das Meninas na atividade, o dia foi muito importante para as jovens. “Elas vieram muito animadas, e conhecer esse lugar maravilhoso vai ampliar muito os conhecimentos sobre o meio ambiente e ensiná-las a respeitá-lo também.”

 

As atividades foram aprovadas por Emily. “Muito legal, gostei de tudo.” Avaliação compartilhada por Grazieli. “Gostei bastante da tirolesa, que não estava acostumada, foi muito bom.”

 

Segundo o vereador Elias Chediek (MDB), que acompanhou o dia das meninas, “é uma atividade totalmente diferente da rotina delas; isso que é fantástico. Ter o contato com a natureza, com os animais, com atividades esportivas, físicas. É uma diversão que recomendamos para a cidade inteira”.

 

Sobre a Oficina das Meninas

 

Com 15 anos de história, é uma Organização não Governamental (ONG) e sem fins lucrativos que realiza atividades em períodos do contraturno escolar, de segunda a sexta-feira, das 7 às 17 horas.

 

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3322-6232, pelo e-mail  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. "> Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , pelo site www.oficinadasmeninas.org.br e também pelo Facebook “OficinaDasMeninas”. A ONG está localizada na Avenida Padre Manoel da Nóbrega, nº 540, no Parque Alvorada.

 

http://www.camara-arq.sp.gov.br/site/index.php/grupo-escoteiro-proporciona-atividades-para-meninas-de-ong/


 

Mau cheiro preocupa moradores da Vila Esperança

16 de maio de 2019 

 

Vereador Elias Chediek pede esclarecimentos da Nestlé; gerência da empresa apresenta estação de tratamento ao parlamentar

 

Há cerca de duas semanas, o vereador Elias Chediek (MDB) esteve na Vila Esperança a pedido de moradores. “Eles se queixavam de um mau cheiro intenso que invade as casas, principalmente no final da tarde, por volta das 18 horas”, relata. O próprio parlamentar sentiu um odor desagradável nas proximidades de uma das casas. “Vinha claramente de uma boca de lobo na frente da casa, e remetia a esgoto. Porém, o morador garantiu que o motivo da reclamação era um odor diferente e que os vizinhos desconfiavam que vinha da fábrica da Nestlé, que fica nas proximidades.” Chediek então procurou a empresa para pedir esclarecimentos.

 

Em resposta, a Nestlé convidou o vereador a visitar a unidade e conhecer pessoalmente os processos de fabricação de produtos e eliminação de resíduos. Chediek foi recebido pelo gerente da fábrica de Araraquara, Robison Mourão, acompanhado pelas analistas de Meio Ambiente Daniela Adorno e Ana Carolina Correa, pela coordenadora de Assuntos Institucionais e Relações Governamentais da Nestlé Brasil, Noelle Rocha, e pela coordenadora de Legal e Compliance da Nestlé Brasil, Vanessa Carrieri.

 

“Temos vários projetos de consumo sustentável e gerenciamento de recursos naturais. Estabelecemos metas de sustentabilidade nas fábricas do estado de São Paulo, que resultaram em 22% de redução da água captada, com reutilização de água de leite em Araçatuba e Araraquara, 29% de redução de emissões de gases de efeito estufa e zero resíduos destinados para aterro, com parceria com o Cempre [Compromisso Empresarial para Reciclagem] e o projeto ‘Reciclar pelo Brasil’”, explica Noelle.

 

Mourão acrescenta que a fábrica de Araraquara adere a todos os padrões de sustentabilidade e uso racional de recursos naturais da empresa. “Fizemos, inclusive, investimento em um equipamento no-break, que retifica oscilações de energia, o que também economiza energia. Além disso, fazemos a recuperação da água utilizada na produção e nossos resíduos são destinados a coleta seletiva, compostagem, produção energética e cimenteira.” O gerente apresentou ao vereador o sistema de tratamento de resíduos da fábrica. “Nossa estrutura é superdimensionada. Temos capacidade para tratar mais que o dobro do que é produzido hoje”, aponta.

 

Na estação de tratamento de efluentes, há um tanque que recebe a água com resíduos, a célula de equilíbrio, ou seja, um tanque de reserva (para que, em caso de incidentes, a água não tratada fique armazenada, sem ir para o rio), seis células de aeração e um clarificador. Nos tanques, é utilizado um sequestrante de odores, para evitar que cheiros desagradáveis sejam liberados no ar. “Evidentemente, o mau cheiro não pode estar vindo daqui”, observa Chediek no local. “Precisamos investigar melhor para compreender qual é o problema que está incomodando os moradores.”

 

O gerente afirma que “a fábrica está estável há dois anos. Nosso tratamento funciona muito bem e é totalmente aeróbio, por isso não produz odores. Além disso, há cerca de dez anos, a estação só recebe resíduos de leite, açúcar e de limpeza das tubulações da fábrica. Os banheiros estão ligados à rede de esgotos do Daae [Departamento Autônomo de Água e Esgotos]”.

 

Este ano, outras queixas de moradores motivaram as analistas de Meio Ambiente a conduzirem estudos no entorno da fábrica. Em um dos casos, o mato alto no terreno escondia um bueiro com vazamento; o problema foi resolvido pelo Daae após a limpeza. Em outro caso, o forte odor de esgoto vinha de uma casa de bombas. A empresa abriu um chamado na autarquia para buscar uma solução.

 

“Pelo que pude constatar, a fábrica realmente não está produzindo odores”, diz Chediek. “A empresa, inclusive, se mostrou positiva à possibilidade de trazer os moradores que se queixaram aqui para conhecerem as instalações e seu sistema de tratamento. De qualquer forma, entrarei em contato com o Daae, para investigar a origem do cheiro de esgoto, porque não se pode descartar a possibilidade de haver alguma descarga irregular em algum lugar no bairro. Também é preciso averiguar a origem do mau cheiro que as pessoas sentem no fim da tarde”, conclui.

 

A Nestlé em Araraquara

 

A empresa multinacional está no Brasil desde 1921, tendo se instalado em Araraquara em 1946, fabricando Leite Moça. Atualmente, produz diversos produtos da linha láctea, com destaque para leite UHT. A produção da fábrica é exportada para dez países (Trinidad e Tobago, Haiti, Granada, Nova Zelândia, Peru, EUA, Colômbia, Chile, Argentina e Paraguai). Atualmente, gera 300 empregos diretos e mais de 1.500 empregos indiretos – é um dos principais compradores de leite dos produtores da região, utilizando de 500 a 600 mil litros por dia.

 

A destinação dos resíduos da produção é dividida da seguinte forma: 84% para compostagem, 15% para reciclagem, 0,95% para coprocessamento e 0,05% para rerrefino.

http://www.camara-arq.sp.gov.br/site/index.php/mau-cheiro-preocupa-moradores-da-vila-esperanca/


 

 
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Bem aventurados os aflitos porque serão consolados

Pode parecer estranho estas palavras ditas por Jesus no Sermão da Montanha, onde pessoas aflitas, desoladas, pobres, perseguidas, doentes; são chamadas de "bem aventuradas." Jesus sabe que todo sofredor é afortunado, é " bem aventurado ", porque na sua aflição, está mais preparado para acolher sua palavra, ser consolado e entrar no Reino dos Céus.

Devemos abraçar os nossos sofrimentos da mesma forma que Jesus abraçou a sua cruz. Ele quer que cada um tome a sua cruz e o siga. Não devemos repudiar ou arrastar nossa cruz. É necessário que a aceitemos, que a amemos. Aí estará o milagre: Deus fará a cruz se tornar leve para nós.

Sentiremos sua própria presença; só então entenderemos porque ele fala de " julgo leve e suave ", pois independente dos sofrimentos, há uma nova força que nos ajuda a carregar as provações da vida.

Devemos pedir a Deus, que nos torne capazes de ajudar os outros nas suas tribulações.

Gabinete

Vereador: Elias Chediek Neto (PMDB)

Endereço: Rua São Bento, 887 - Cep 14801-300 - Araraquara - SP. Câmara Municipal de Araraquara, Gabinete 05

Telefone: 3301 0606 Assessores: Luciana e Célia

Email: eliaschediek@camara-arq.sp.gov.br 

Site: www.eliaschediek.com.br

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